sábado, 10 de setembro de 2016

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 14:46

Por Alfredo Pinto, sócio da Bain & Company  

No atual cenário de recessão econômica, é natural que empresas visualizem na eficiência operacional a melhor maneira de garantir a própria sobrevivência: “ganhos de sinergia”, “corte de custos” e “reestruturação de áreas” são estratégias comuns a muitas companhias e ganham os noticiários quase diariamente. Com isso, uma conclusão óbvia seria a de que adotar essas ações dentro de qualquer empresa em tempos difíceis traria como consequência maiores margens de lucro e, consequentemente, ajudaria a reforçar a presença de qualquer companhia no mercado nacional.
Pois bem, uma pesquisa conduzida recentemente pela Bain & Company mostra que essa estratégia está totalmente errada: realizar mudanças de caráter emergencial para socorrer companhias não tem efetividade na grande maioria delas. Em 60% dos casos analisados pela consultoria (que tinham como meta reduções de 10% nos custos) os resultados não foram alcançados e, além disso, os planos de emergência tornaram ainda mais difícil a realização de esforços futuros. A partir dessa constatação, fica a pergunta: “Como é possível gerar eficiência dentro das organizações, ainda mais em tempos de crise?”

A resposta cabe em uma linha, mas sua aplicação real demanda esforço que supera uma década:adotando uma visão de longo prazo com eficiência contínua. Isso é possível quando as empresas incorporam a eficiência à sua filosofia de “quem nós somos”, deixando de pensar nela como um projeto isolado, apresentado frequentemente com o mote “olhe o que nós fizemos”.
Atingir esse patamar certamente não é um processo fácil, e o sucesso de uma estratégia de longo prazo está condicionado a outras quatro dimensões dentro da empresa. A primeira delas é o comportamento, que diz respeito à construção de planos pragmáticos para reforçar as escolhas corretas realizadas dentro da companhia. Nesse sentido, mais do que construí-los, é necessário mantê-los por meio de treinamentos contínuos na empresa, além do acompanhamento dessa evolução por parte das lideranças, ao longo do tempo.
Esse já é um grande primeiro passo a ser dado pelas companhias, mas a consultoria indica que não basta somente reforçar as atitudes positivas na ponta da cadeia de produção: todos os colaboradores têm de passar a percepção de que estão comprometidos com os comportamentos positivos para a empresa e de que estão alinhados com os propósitos a ser atingidos por ela. Assim, o comprometimento é o segundo aspecto mais importante para qualquer empresa avançar, e só é possível quando vem desde o CEO e membros da gerência, uma vez que esses profissionais desenvolvem um modelo de talentos – são capazes de contratar pessoas com as habilidades corretas para a empresa e, também, podem promover membros de equipes que entregam resultados.
Como consequência da união entre bons comportamentos e comprometimento alto, vem a mudança de cultura. A importância desse aspecto está centrada no fato de que uma cultura que encoraja a inovação e o arrojo frente a riscos pode ajudar a espalhar uma mentalidade de eficiência por toda a organização.
Depois de começar a colocar em prática todas essas mudanças, é natural (e necessário) que os executivos queiram mapear suas companhias para saber se estão trilhando o caminho certo ou se desviando das novas propostas. Nesse sentido, entra o quarto elemento enunciado pela Bain & Company: as métricas. A consultoria explica que não é necessário elaborar métodos complexos de mensuração para averiguar para onde a empresa está indo, muito pelo contrário: poucas, básicas e simples atitudes devem permear a organização nesse sentido. Para ter uma ideia, o exemplo citado pela consultoria é o de realizar feedbacks periódicos – uma vez que reconhecer pessoas ou equipes que fazem a diferença ajuda a encorajar a mudança e reforçar o comprometimento, tornando esse círculo perene dentro da organização.
Por fim, vale destacar que a mudança dentro de qualquer empresa é fundamentalmente disruptiva, mas os riscos envolvidos em mudar comportamentos organizacionais são previsíveis e gerenciáveis. Assim, equipes de liderança devem ser ágeis e estar preparadas para identificar os riscos mais críticos ao longo do processo e os endereçar de antemão, ajudando as pessoas a ter sucesso e construindo uma empresa saudável – nos lucros e nas relações de trabalho.

Sobre a Bain & Company, Inc.
A Bain & Company, empresa líder global em consultoria de negócios, orienta clientes em relação a estratégias, operações, tecnologia, constituição de empresas, fusões e aquisições, desenvolvendo práticas que assegurem aos clientes transparência nos processos de mudança e tomada de decisões. A Consultoria trabalha em sinergia com os clientes, vinculando seu fee aos resultados. O desempenho dos clientes da Bain superou o mercado de ações em 4 para 1. Fundada em 1973, em Boston, a Bain conta com 53 escritórios em 34 países e já trabalhou com mais de 4.900 empresas entre multinacionais e companhias privadas e públicas em todos os setores da economia. Para mais informações, acesse: www.bain.com.br. Twitter: @BainAlerts.
Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 14:45
Imagem: USP
Entenda os conceitos científicos que criaram o mundo de possibilidades para o jogo ganhar vida virtual e real
Descobrir a ciência que há por trás do jogo Pokémon GO pode ser tão divertido quanto viajar pelas inúmeras ferramentas que estão sendo criadas ao redor do mundo por seus incontáveis fãs. “O game é pura computação, matemática e estatística”, diz o mestrando Marcio Funes para uma turma de 40 estudantes da escola estadual professor Sebastião de Oliveira Rocha, em São Carlos. Eles têm entre 14 e 18 anos e estão visitando o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP na tarde de uma quarta-feira.
Marcio dispara algumas perguntas sobre o jogo mais popular de todos os tempos: “Por que ele faz tanto sucesso? O que tem por trás de Pokémon GO?”. Para começar a partida, explica: “É um aplicativo e você só consegue jogar por causa da computação em nuvem. Isso quer dizer que os processamentos mais pesados do game são executados nos servidores das empresas desenvolvedoras do jogo, que estão espalhados pelo mundo. Só algumas aplicações mais leves acontecem no seu smartphone”.
Outro item fundamental no reino dos monstrinhos virtuais é a programação, responsável por integrar os dados que estão na nuvem com as diversas informações provenientes de cada celular – como sua exata localização geográfica, obtida via GPS, e as imagens da câmera. Se essa relação não fosse bem construída, imagine o tempo que levaria para um Pokémon que você capturou aparecer na tela do seu smartphone. Isso comprometeria toda a sua experiência de jogo. É por isso que cada etapa do game tem que ser processada em milissegundos e executada de forma a gastar a menor quantidade possível de bateria. Aliás, provavelmente vários desenvolvedores estejam quebrando a cabeça neste momento para construir um código mais eficiente, que não consuma tanta energia.
Não é à toa que, para economizar bateria, muitos jogadores têm optado por desligar a câmera dos smartphones na hora de se divertir com os Pokémons. Apesar do game continuar funcionando bem sem a câmera, ao desligá-la, uma das principais tecnologias computacionais presentes no jogo deixa de funcionar: a realidade aumentada. “É a mágica que acontece quando você põe uma camada de mundo virtual em cima do mundo real”, explica Marcio.
Para demonstrar como essa tecnologia funciona à plateia de 40 estudantes, o mestrando solicitou um voluntário. André Formici, 16 anos, levantou a mão entusiasmado. Marcio pediu que o garoto pegasse um exemplar do Guia Faça Parte do Futuro (um material elaborado para ajudar quem está no ensino médio a esclarecer dúvidas sobre cursos e carreiras), e mostrasse a capa do Guia para a câmera de um computador. Então, a mágica aconteceu: um dinossauro surgiu na tela. Conforme André folheava o material e mostrava cada imagem para a câmera, outros bichos virtuais invadiam aquele cenário real. Quando chegou à contracapa do Guia, um simpático robô tomou conta da tela e o estudante não resistiu: simulou um carinho real na careca do humanoide (assista ao vídeo).
Essa foi a primeira vez que André assistiu a uma demonstração do que a realidade aumentada é capaz de fazer, mas já tem uma opinião formada sobre o assunto: “Essa tecnologia é o futuro. Na minha visão, é o que vai levar a humanidade para um novo patamar de aprendizado”. Não é por acaso que André quer cursar Ciências de Computação e participar dessa revolução.
Mergulhe nos cálculos – Por trás da computação em nuvem, da programação e da realidade aumentada, há um número incalculável de fórmulas matemáticas subjacentes. Apenas para dar um exemplo: sem a matemática, a realidade aumentada seria impossível, já que ela depende de uma série de cálculos. Marcio explica que é necessário fazer o dispositivo abrir a câmera, captar uma imagem e interpretar o que está aparecendo: “O sistema é ensinado a fazer cálculos matemáticos que o possibilitam compreender as bordas da imagem e as cores. Isso permitirá a inserção de uma imagem virtual em 3D em cima daquela imagem real”. Sem esses cálculos, o Pokémon não vai aparecer exatamente em cima da mesa, do vaso sanitário ou dentro da piscina.
Mas grande parte da magia de Pokémon GO está atrelada a uma tecnologia que funciona desde 1995, o famoso Sistema de Posicionamento Global (GPS). Se seu smartphone não estivesse atrelado à constelação de 24 satélites que compõe esse sistema, você não poderia andar no mapa da vida real para se encontrar com os monstrinhos virtuais, parar em Pokestops ou lutar em ginásios. Basta seu celular estar no campo de visão de três desses satélites para que sua posição no mapa seja identificada de maneira precisa.
Por trás disso, está mais um sofisticado cálculo matemático. O professor Leandro Aurichi, do ICMC, explica que a localização é obtida a partir da diferença entre o tempo marcado pelo relógio presente no seu smartphone na Terra e o tempo marcado nos relógios atômicos que estão a bordo dos satélites. “Como os satélites estão girando mais rápido no espaço e estão no alto, submetidos a uma menor gravidade, é preciso fazer um ajuste na conta do tempo que você está marcando aqui na Terra”.
Nesse sentido, não é exagero dizer que, sem Albert Einstein, seriam poucas as chances de você jogar Pokémon GO. Porque são as duas teorias criadas pelo famoso físico, a Teoria Especial da Relatividade e a Teoria Geral da Relatividade, que possibilitam realizar esse ajuste entre os relógios e manter a precisão de seu posicionamento no mapa. Leandro revela que a diferença entre os relógios pode parecer pequena à primeira vista – 38 microssegundos por dia –, no entanto, se for deixada de lado, vai gerar um erro de 10 quilômetros por dia, o que impediria você de pegar monstrinhos pela vizinhança.

Economize na quilometragem – Os quilômetros rodados são realmente fundamentais em Pokémon GO. Não é possível evoluir no game se você não caminhar pelas ruas do mundo real e buscar recompensas virtuais em Pokestops. Considerando que você deseje passar uma vez por todas as Pokestops que existem nas proximidades da região em que está, haveria uma maneira de calcular uma rota para percorrer a menor distância possível?
Segundo o doutorando Pedro Castellucci, do ICMC, essa é uma pergunta que pode ser respondida com a ajuda da otimização, uma subárea da matemática aplicada, onde encontramos o problema clássico do caixeiro viajante, que vem sendo estudado há mais de 60 anos. Tal como os jogadores de Pokémon GO, o caixeiro viajante também precisa encontrar o caminho mais curto para passar por diversas cidades apenas uma vez.
Para descobrir a solução considerando as 15 Pokestops localizadas no campus I da USP, em São Carlos, Pedro resolveu adotar o método branch and bound: “Esse método analisa cada rota possível que o jogador pode fazer, passando por todas as Pokestops, e consegue relacionar essas várias rotas, extrair informações e concluir qual a melhor”. O doutorando implementou um código e precisou usar um software apropriado a fim de realizar os cálculos, já que seria impossível fazer tantas contas manualmente. “O número de soluções viáveis com 15 pokestops é de mais de um trilhão! Chegando exatamente a 1.307.674.368.000”, revela. Imagine, então, o número de soluções viáveis para uma metrópole como São Paulo, por exemplo.
O caminho ótimo encontrado por Pedro no campus tem aproximadamente três quilômetros (veja o mapa). A solução foi apresentada durante as aulas de programação matemática para estudantes dos três cursos de graduação em computação oferecidos pelo ICMC: “Conseguimos prender a atenção deles com o exemplo. Apesar de ainda não conhecerem esse método, vários alunos quiseram instalar a ferramenta durante a aula”.
Pedro disponibilizou uma apostila na web, em inglês, para quem quiser saber mais detalhes sobre o caixeiro viajante e Pokémon GO. A Faculdade de Matemática da Universidade de Waterloo, no Canadá, também calculou as melhores rotas para viajar pelas Pokestops de diversas cidades do mundo como Nova Iorque, São Francisco e Toronto. Aliás, a localização dessas Pokestops e dos ginásios não é fruto do acaso, mas das estatísticas importadas do jogo Ingress, em que os usuários informavam seus pontos de interesse.
Assuma os riscos – Entre as inúmeras ferramentas desenvolvidas pelos fãs de Pokémon estão as calculadoras (IV Calculator ou The Silph Road). É aqui que entra a estatística, já que essas calculadoras mostram, entre outras coisas, as probabilidades de um Pokémon evoluir, considerando diferentes cenários (do pior ao melhor possível). Descobrir essas estatísticas por trás de cada monstrinho é importante para saber qual Pokémon deve ser treinado. Assim, você não assumirá o risco de investir tempo e energia em um monstrinho sem chances de alcançar bons resultados.
Mas há outros riscos que você corre quando faz o download de um aplicativo como Pokémon GO e aceita integralmente seus termos de uso, permitindo acesso a uma série de dados como câmera, listas de contatos, localização e USB. A professora Kalinka Castelo Branco, do ICMC, explica que, ao habilitar o acesso ao USB do seu celular, você também permite que sejam acessados os dados dos aparelhos eletrônicos em que conectá-lo, tal como seu computador.
Segundo ela, outro item crítico em relação à segurança é a câmera utilizada no jogo, que poderá fornecer acesso a imagens dos ambientes internos frequentados pelos jogadores. “Já tivemos relatos de ataques realizados em uma usina nuclear porque alguém tirou uma foto do local. Nessa imagem, era possível identificar o nome do sistema de segurança utilizado nas centrífugas”, lembra Kalinka. “A gente tem que estar ciente dos riscos que estamos assumindo”, alerta a professora.
Quem assumiu os riscos e decidiu jogar Pokémon GO pode agradecer, agora, a todos os pesquisadores da computação, da matemática e da estatística. Eles desenvolveram os conceitos que possibilitaram essa febre dos anos 1990 voltar à tona em um mundo cheio de web, computação em nuvem e smartphones.
 
Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC/USP
 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 20:46
Aplicativo para aprender inglês de onde e quando quiser
Max Felipe
Jornalista

Finalmente, comecei a fazer o curso de inglês online ABA English, que conta com uma metodologia única de ensino intuitivo e que permite aprender inglês através de filmes. Assistindo a curtas-metragens exclusivos, o curso oferece uma "viagem didática", como se estivesse aprendendo inglês no exterior.

O curso disponibiliza, ainda, um aplicativo para aprender inglês de onde e quando quiser. A ferramenta recebeu o prêmio de “Melhor App Educacional de 2015”, atribuído pela Reimagine Education (conhecido como os “Óscares da educação’) e foi eleito pela Apple como o melhor novo aplicativo em dezenas de países.

O melhor é que o app também funciona em locais sem internet (off-line), o que permite estudar em qualquer lugar, através do celular ou tablet, já que nem sempre é fácil ter wi-fi por perto. O app pode ser baixado aqui: App Store ou Google Play.

As aulas estão disponíveis em diferentes níveis do idioma, do iniciante ao avançado, para que cada pessoa possa aprender ao seu ritmo e de acordo com o tempo que tem disponível por semana. Aliás, este é o único aplicativo para aprender inglês com um guia do professor. Inclusive, ele conta com uma professora brasileira, a Priscila Oliveira, com quem você pode esclarecer qualquer dúvida. Veja aqui o site www.abaenglish.com.

O aplicativo da ABA English foi desenvolvido para aprender inglês sem esforço. Isso é feito através do método natural único da academia: primeiro ouvir e compreender para depois aprender a falar e a escrever.

As unidades de ensino do aplicativo são baseadas em curtas-metragens: os ABA Films. Cada lição começa com a visualização de um filme, que narra situações da vida real, na Inglaterra ou nos Estados Unidos. Os filmes com qualidade cinematográfica foram filmados em Londres e Nova Iorque, com atores americanos e britânicos, o que torna a aprendizagem bem mais descontraída e divertida.

Imagine que você pode aprender Inglês com ABA Filmes, praticando os diálogos, aprendendo a pronunciar e a escrever, interpretando os personagens do roteiro, dublando os diálogos e falando o inglês como um nativo. O aluno vive uma experiência autêntica a da vida real.
   
E você pode escolher o dispositivo que pretende usar para o curso: pode começar o dia com o tablet, continuar no iPhone e à noite seguir o curso no computador. Acessando através do Campus, os alunos da ABA English podem ver o seu progresso no curso, independentemente do dispositivo que tenham.

O aplicativo oferece duas modalidades: ABA Free e ABA Premium. A versão gratuita permite realizar a primeira unidade completa de cada nível para provar a metodologia e dá acesso às 144 vídeo-aulas com a gramática inglesa, explicada pelos professores da academia.

Com a modalidade paga, o aluno pode desfrutar de todos os conteúdos e ferramentas do curso completo, como os 144 ABA Films, obter certificados por cada nível de inglês concluído e fazer consultas ilimitadas com o professor no Campus da ABA English.

A ABA English se associou recentemente à Cambridge English Language Assessment e se tornou a primeira academia digital autorizada para atribuir certificados oficiais da Cambridge English. O que é bem legal para procurar um emprego, em que seja necessário dominar o idioma.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 11:05
A UFRPE firmou, como resultado de ações do Programa de Graduação Universitária de português e espanhol em convênio com a Universidade de Buenos Aires (UBA), um convênio com o Consórcio ELSE, para realizar os exames de proficiência de espanhol a partir deste ano, sempre nos meses de junho e novembro.
Para tanto, haverá um curso preparatório para professores, possíveis futuros avaliadores orais das provas, no dia 6 de setembro. 
Os que estiverem interessados em colaborar conosco nas edições futuras do CELU, como examinadores orais, deverão inscrever-se no link abaixo (também no cartaz) e participar do curso dia 6/9, terça-feira, nos dois turnos. 
Na segunda, dia 5/9, há uma oficina, somente à tarde, para estudantes de todos os níveis e instituições e para professores  interessados em fazer futuramente o exame do CELU em que distribuirão material e darão explicações sobre a prova.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 06:40
Por Max Felipe

Visão Mundial Brasil é uma organização não governamental, sem fins lucrativos que desenvolve há 40 anos programas e projetos com o objetivo de erradicar a pobreza e promever a justiça. Faz parte da confraternidade World Vision International que atua em cerca de 100 países.

O programa de apadrinhamento da Visão Mundial luta para proteger a criança e romper com o ciclo da pobreza, por meio de educação, saúde, esporte, cultura e lazer.

As operações da Visão Mundial são rigorosamente auditadas por empresas especializadas. Além disso, todos os dados são consolidados e publicados no Relatório Anual da ONG. Saiba mais:
 

0300 788 7999

www.visaomundial.org.br


domingo, 1 de março de 2015

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 05:47

O espetáculo “AS CRIADAS MALCRIADAS” está de volta depois de uma primeira temporada de cinco anos de sucesso, com quase 40 mil espectadores. A Trupe do Barulho, para não perder a linha, traz de volta Clair e Solange em mais uma tentativa de dar um fim ao glamour da Madame X, uma poderosa Drag Queen, que é capaz de comprar jurados para conquistar títulos.

A peça, cujo texto é assinado por Luiz Navarro, é baseada na dramaturgia do fancês Jean Genet, numa assinatura de direção de Manoel Constantino que, mais uma vez, põe no palco os personagens “marginais” de Genet, ironizados pelo humor irreverente da Trupe do Barulho, com situações do cotidiano das periferias das grandes cidades.

Em cena, estão Clair e Solange, criadas que planejam todo tipo de coisas para impedir o apogeu da patroa e herdar a fortuna da “Madame X”, que se dedica a concorrer e comprar todos os títulos disponíveis no mercado como “Miss Traveca”.
Com um elenco renovado, a “Madame X” é defendida por Ricardo Silva, ao lado de Reyson Santos “Clair” e Thiago Ambriell “Solange” junto com os experientes e talentosos Jô Ribeiro e Aurino Xavier que trazem ainda mais humor na trama policialesca, cômica e carnavalizada.

Para o diretor Manoel Constantino, “além da veia histriônica dos atores, há a marca inconfundível da Trupe do Barulho, que é a capacidade de interagir com a platéia e saber do quanto é importante fazer do teatro um espaço popular, capaz de trazer para o palco, cenas do cotidiano, com o devido tempero de deboche e brincadeira. Na verdade, a minha direção pontua esse lado da farsa, da comédia dell’arte, sendo o texto apenas um pretexto para a improvisação, valorizando a cultura cômica popular”.

O dramaturgo Luiz Felipe Botelho, em comentário no seu blog sobre a primeira montagem de As Criadas Malcriadas, diz “sempre que assisto
as peças da Trupe, fico impressionado coma empatia que criam com o público, por mais escrachada e escatológicas que sejam as piadas e por e por mais atrevidas que sejam as intervenções com os espectadores. Demonstram na prática que são herdeiros legítimos dos milenares cômicos ambulantes, alegria das praças nas velhas aldeias, e que hoje, sob o teto dos teatros, continuam a fazer graça e aliviar as tensões das plateias espelhando desavergonhadamente a face contraditória e ridícula do humano”.

Já o crítico e estudioso Bruno Siqueira, em artigo publicado, ressalta “toda a densidade trágica presente no texto de Genet foi liquidificada, processada e carnavalizada. Nesse clima, o espetáculo oferece uma visão de mundo e das relações humanas decididamente não-oficial. Esse caráter não-oficial já começa pela referência explícita ao mundo gay, esfera ainda marginalizada em nossa sociedade. O espetáculo, As Criadas Malcriadas, transita pela vereda do teatro ligeiro com atores que sustentam e conduzem satisfatoriamente a peça”.
As Criadas Malcriadas tem sua volta marcada para o dia 1º de março/15, no teatro Valdemar de Oliveira, domingos as 19h. Em curta temporada que vai até 29 de março/15.

SERVIÇO:
  • AS CRIADAS MALCRIADAS
  • TEATRO VALDEMAR DE OLIVEIRA – 3222-1200
  • SEMPRE AOS DOMINGOS – 19h
  • TEMPORADA PREVISTA DE 1º A 29 DE MARÇO/15
  • INGRESSOS – R$ 60,00 (inteira) R$ 30,00 (meia)
  • PROMOÇÃO SOLIDÁRIA: COM 1 Kg DE ALIMENTO - R$ 30,00 (meia).

segunda-feira, 24 de março de 2014

Posted by DIRETO DA REDAÇÃO On 15:27
O candidato tem até o dia 25 de março para se inscrever



Até o dia 25 de março, o Centro Comunitário de Assistência Social da Legião da Boa Vontade (LBV) na capital pernambucana inscreve para nova turma de seu curso gratuito de Informática, composto três módulos: Digitação, Informática e Internet. O público alvo, jovens e adultos que desejam o primeiro emprego ou a reinserção ao mercado de trabalho. São 100 vagas oferecidas. As aulas iniciarão no dia 23 de abril.

Nas aulas, os participantes aprendem a utilizar aplicativos (editor de texto e planilha eletrônica), programas para navegação na internet e o sistema operacional do computador. O curso é destinado a pessoas com idade superior a 14 anos. A iniciativa ajuda o aluno a se preparar para o mundo do trabalho, que cada vez mais exige do trabalhador conhecimentos. Os alunos ainda recebem orientação para montar e formatar o próprio currículo e então enviá-lo a empresas. O curso com carga horária de 60h/aula certifica o aluno concluinte.

Na inscrição o candidato é submetido a uma avaliação com as operações de matemática e noções de língua portuguesa. O Centro Comunitário da Legião da Boa Vontade está localizado na Rua dos Coelhos, 219 – próximo ao Cais José Mariano, área central do Recife. Informações: (81) 3413.8600.

Serviço:
Curso Gratuito de Informática da LBV
Inscrição até o dia 25 de março.
Horário Comercial
Local: Rua dos Coelhos, 219 - Boa Vista – próximo ao Cais José Mariano
Informações: (81) 3413.8600                


Fonte: Assessoria de Imprensa da LBV.